Autora do mês de Maio 2012

8 de Maio, 2012

É só voar!

Escrevi a palavra pássaro

e logo voei pela imaginação adentro.

Não com um só sentimento…

Primeiro furou a casca branca e macia:

logo vi que tinha poesia.

Realçou-se um bico naquela escuridão,

no meio, a cabeça e um corpo colorido,

deu um salto e voou num só sentido.

Gostava de salpicar na água transparente,

quando o dia estava quente.

Cantarolava, que parecia rimar…

É como eu digo:

a poesia anda no ar…

Carolina Ribeiro 8ºB

Biografia

Carolina Ribeiro nasceu a 14 de outubro de 1997, na freguesia de Massarelos, residente até aos 3 anos na freguesia de Ramalde. Iniciou a pré- primária em 1999 no “Infantário do Sonho”, estudou na “Casa Nossa Senhora da Conceição” do 1º ao 4º ano, nessa altura residente na freguesia de Paranhos. Frequentou o 5º ano de escolaridade na escola “E/B23 Irene de Lisboa”. Desde o seu 6ºano frequenta o “Externato das Escravas S. C. de Jesus” e reside em Mindelo – Vila do Conde.

Uma das suas atividades de lazer preferidas é a dança, entre outras, tais como futebol, handebol, natação, cinema, pintura/desenho e escrever poesia.

Festa da Partilha 2012

16 de Março, 2012

Caro/a amigo/a,
Em Janeiro convidámo-lo/a para a apresentação pública da Fundação Santa Rafaela Maria, dando-lhe a conhecer os projetos sociais que desenvolvemos atualmente no Bairro da Quinta da Fonte da Prata. Nessa altura, desafiámo-lo/a a vir até ao Centro Cultural da Baixa da Banheira e, de facto, a sala estava cheia!

Queremos, agora, propor-lhe um desafio ainda “maior”: venha conhecer no terreno aquilo que apresentámos nesse dia 7 de janeiro!
Gostaríamos imenso de o receber no Bairro da Quinta da Fonte da Prata no próximo dia 24 de março. Se esteve no auditório da Baixa da Banheira pode imaginar o que será poder estar presente quando a Daniela Vieitas, atriz, contar o “Conto da Fonte” no meio da população que a inspirou….

Pelo 4º ano consecutivo, e pela primeira vez com o apoio da Fundação, o nosso Centro Local de Apoio à Integração do Imigrante (CLAII) e o Grupo Intercultural A Partilha (GIAP) do Bairro, organizam a FESTA DA PARTILHA, onde se pretende dar a conhecer as diversas culturas existentes no Bairro, através dos sons, dos sabores e da partilha de experiências e conhecimentos.
Com a participação ativa dos imigrantes, haverá bancas dos diversos países representados na Fonte da Prata, e também danças, músicas e pratos típicos de cada país.

Esperamos poder tê-lo/a connosco numa tarde que lhe asseguro saberá a comunhão para além das fronteiras, das raças ou dos credos!

Com amizade
Ir. Irene Guia, aci
Presidente da Fundação Santa Rafaela Maria

Autores do Mês de Março 2012

8 de Março, 2012

Vig


Pedro corria pelas ruelas da vila. Estreitas e sombrias as ruelas passavam por todos os pontos da pequena ilha. As casas com as portas baixas pareciam casas de anões de histórias de encantar. Pedro parou. Olhou à sua volta e viu todo o tipo de sombras, umas grandes, outras pequenas, que pareciam agarrá-lo e puxá-lo para a escuridão dos recantos sombrios das ruelas. Ouviu todo tipo de sons, gritos roucos abafados pelas nuvens baixas daquele dia com um nevoeiro quase opaco. Ouviu longínquas querelas vindas do porto, onde os marinheiros discutiam os preços dos peixes.

Pedro continuou a andar pelas ruas, com as mãos nos bolsos por causa do frio daquela manhã. Era um homem alto, robusto com cabelo castanho. Tinha olhos azuis, era um típico nórdico habituado ao frio cortante das manhãs.

Ao longe viu uma cafetaria. Correu para ela, pois apetecia-lhe um bom e quente chá. Abriu a porta do estabelecimento e deu uma grande cabeçada na porta. A porta era incrivelmente baixa, e Pedro tinha que se curvar para conseguir passar. Quando entrou na confeitaria perguntou:

- Por que é que as portas das casas são baixas?

- Porque antigamente… – começou a contar o dono da loja, oferecendo um chá e um croissant ao visitante – quando o povo de Vig era invadido, os invasores tinham que se curvar para entrar nas nossas casas, e isso era sinal de respeito!

- Mas agora, por que é que ainda têm as portas assim, se ninguém vos invade? – perguntou Pedro, mexendo delicadamente o chá.

- É tradição! E as tradições são para se cumprir – respondeu o comerciante.

Na sala não estava mais ninguém, só ele, a tomar um doce e quente chá, contemplando o exterior da loja. Depois de ter tomado o chá, e comido o croissant levantou-se.

- Foi um prazer conhecê-lo. E agora vou estar mais atento quando entrar nas casas! – bradou o visitante.

- O prazer foi todo meu. – disse o dono da loja.

Pedro saiu da loja. Teve logo um arrepio espinha acima e pensou” Ilha estranha…”, e continuou a andar pelas ruelas, ouvindo ruídos, vendo sombras, mas pensando no agradável que seria viver naquela paz e harmonia com o mundo, com a Natureza e com as pessoas.

Tiago Pinto, 7ºA

O tamanho de uma vénia


Na ilha de Vig, no mar do Norte, vivia um senhor muito baixo, de cabelos brancos e olhos de um verde lima muito bonito. Seu nome era Gustav.

Gustav vivia numa ruela muito estreitinha e escura. Raramente o sol a iluminava. Todas as casas tinham portas muito baixas e estreitas, todas as pessoas se tinham de curvar para entrar nas casas, parecendo que estavam a fazer uma vénia. Mas Gustav era tão baixo que não precisava de se curvar. Todos os habitantes o olhavam de lado, comentavam uns com os outros que ele era mal-educado. Ele interpretava isto como um problema. Tudo isto começara quando Gustav fora a casa de uma vizinha e se deparou com o facto de ser tão pequeno que não se curvava ao entrar na casa da vizinha. Esta ficou muito furiosa, pois ele não se tinha curvado perante si.

Todas as noites o velho Gustav imaginava como era triste a sua vida sem amigos. Desde aquele incidente, ele nunca mais falara com ninguém a não ser com a senhora Anna, uma velha muito velha de cabelos pintados e olhos castanhos muito expressivos. Gustav teve uma ideia! Iria a casa de Anna e falaria com ela para ela o ajudar. Saiu de casa e correu para casa da sua velha amiga. Bateu à porta e Anna abriu.

- Bom dia, Gustav! Há tanto tempo! Em que te posso ser útil? – questionou Anna.

- Bom dia, Anna. Deixa-me entrar e logo te contarei. – respondeu o velho.

Anna nem se apercebeu que ele não se tinha curvado e guiou-o até uma sala muito pequena. Depois de um grande diálogo, Anna acabou por dizer:

- Gustav, esse problema é muito fácil de resolver… mesmo que não tenhas tamanho suficiente para te curvares, curvas-te na mesma.

E assim terminou o grande problema do velho Gustav! Começou a curvar-se mesmo não tendo o tamanho que chegasse para se curvar e fazer uma vénia.

Catarina Araújo, 7ºA

Biografia


Tiago Miguel Correia de Melo Russell Pinto nascido a 4/12/1999 no Porto, Portugal, tem feitos agora 12 anos. Atualmente vive no Porto, na Rua da Vigorosa. Vive com a sua irmã de 16 anos, e com os seus pais. É um jovem alto, pouco moreno, tem olhos castanhos e cabelo cor de avelã.

Joga futebol no Colégio das Escravas do Sagrado Coração de Jesus, colégio que frequenta desde os três anos, e a sua equipa preferida é o Futebol Clube do Porto. Um dos grandes sonhos de Tiago era jogar hóquei em patins. Adora ler e escrever, principalmente descrições de locais, países, coisas, localidades…, mas também gosta de jogar playstation e de estar ao computador.

Biografia


Catarina Mota Araújo nasceu em 1999 em V. N. Gaia. É filha única e vive atualmente no Porto com os pais.

Frequenta o Colégio das Escravas do Sagrado Coração de Jesus desde o 5º ano. A sua integração no colégio não poderia ter sido melhor: adora o espaço, os amigos, os professores,… tudo!  Sente-se feliz neste espaço, razão pela qual ficará no colégio até terminar o 9º ano. Encontra-se, neste momento, a frequentar o 7º ano (turma A).

Já praticou vários desportos, karaté, judo, natação, basquete, mas a ginástica acrobática é a sua atividade de eleição.

Adora viajar para locais onde o sol, o mar e as piscinas estejam sempre por perto. É sociável, simpática, divertida e adora uma boa conversa com os amigos.

Autora do mês de Fevereiro de 2012

6 de Fevereiro, 2012

“Sofremos muito com o pouco que nos falta e gozamos pouco o muito que temos”.

William Shakespeare

Esta frase de William Shakespeare que retrata a constante insatisfação humana é verdadeira, tanto no século XVI como atualmente.

Muitas atitudes das sociedades atuais mostram isso mesmo, uma vez que muitas pessoas se preocupam mais com aquilo que não têm, e desejam, do que com aquilo que têm, e não o aproveitam. É possível encontrar-se muitas pessoas que só dão a devida importância às suas coisas, ou às pessoas que fazem parte da sua vida, quando já as perderam.

Alguns exemplos desta insatisfação constante do ser humano é o consumismo desmesurado, em que a população procura constantemente novas roupas e novas tecnologias, não importando o que já têm, mas desejando o novo.

Esta é uma característica da natureza humana – o facto de estarmos sempre insatisfeitos e de não aproveitarmos devidamente o que é nosso. Acho que ao longo da vida nós realmente procuramos sempre mais e esquecemo-nos do resto porque precisamos de objetivos para viver … e, às vezes, conseguimos aquilo que queríamos, mas apercebemo-nos que na realidade não era isso de que mais precisávamos e, então, sentimo-nos incompletos, como dizem os Coldplay “When you get what you want / but not what you need” (Quando consegues o que queres, mas não o que precisas).

Mariana Silva, 9ºB

BIOGRAFIA

Mariana Martins Costa e Silva nasceu no Porto, no dia 2 de agosto de 1997 e vive, também, na cidade do Porto, com os pais e um irmão mais novo.

Entre os dois e os dez anos viveu no Brasil, na cidade de São Paulo.

Em janeiro de 2007 voltou a Portugal. No início do 5º ano, em setembro de 2007, começou a estudar no Externato das Escravas do Sagrado Coração de Jesus do Porto. Atualmente encontra-se no 9º ano, e pretende seguir a área de Ciências e Tecnologias. No futuro gostaria de ter a oportunidade de estudar no estrangeiro.

Tem uma estatura média para a idade, cabelo comprido castanho e olhos também castanhos. Nos seus tempos livres gosta de ler, ver televisão, ouvir música, ir ao cinema, nadar e ajudar os outros.

Dia escolar da não-violência e da Paz

1 de Fevereiro, 2012

No dia 30 de Janeiro, os alunos reuniram-se para celebrar o Dia escolar da não-violência e da Paz e realizaram várias atividades. Foi plantada uma oliveira, símbolo da Paz, para nos lembrar devemos optar sempre pela resolução pacífica dos conflitos. Com a colaboração dos pais executaram-se bonitas pombas em Origami que estão expostas no colégio.

Dia escolar da não-violência e da Paz

A comemoração deste dia, a partir de 1964, tem como objectivo chamar a atenção para a necessidade de uma educação permanente pela não-violência e pela Paz. Nesta data, que coincide com o dia da morte de Mahatma Gandhi, procura-se sensibilizar os alunos e toda a comunidade escolar para a tolerância, solidariedade e respeito pelos Direitos Humanos.

Núcleo UNESCO

PRESENTE-PRESÉPIO

24 de Dezembro, 2011
O  texto “Um presente mal embrulhado”, que foi representado pelo 2º ciclo na festa de Natal, sensibilizou-nos imenso. Aprendemos que são os embrulhos mais simples que nos trazem as coisas mais valiosas, como os embrulhos em papel de jornal. Importa a dedicação, o empenho, o amor que depositamos na construção de cada presente.

Assim, os professores do 2º ciclo também têm um presente para a comunidade construir: um presépio. Porque Deus preparou o melhor presente para o Mundo sem revelar o valor que este continha. Não o embrulhou em jornal, mas em paninhos pobres e em palhas, depositado numa manjedoura.

Encontra-se, em anexo, PDFs com o texto e os elementos e orientações para a construção do seu “Presente-Presépio”.

[PDF] Presente Mal Embrulhado

[PDF] Cartão Presépio

Autor do mês de Dezembro 2011

9 de Dezembro, 2011

Uma mesa sagrada

Nos meus tempos de infância, era praticamente o contrário do que agora sou. Era o mais pequeno da minha turma e falava com tudo e todos sem me preocupar com nada. O que mais me marcou na infância foi uma grande mesa, que ainda hoje se encontra em casa de uma das minhas avós. Esta mesa marcou a minha vida, pois foi à sua volta que grande parte desta se desenrolou.

Umas vezes brincava nela, outras dava-lhe cabeçadas, pois era da minha altura, e, por isso, tinha que andar sempre alguém atrás de mim. Para adormecer era levado ao colo a dar umas voltinhas em redor da mesa, e ainda me escondia lá quando jogávamos às escondidas. Ainda hoje almoço no seu tampo, depois da aula de Espanhol, à quarta-feira, com os meus avós pai e tia.

Vivi muitos momentos felizes e de união à volta desta mesa, desde que tinha um palmo, até ser maior do que os meus pais.

Biografia

Diogo Alberto Pinto da Costa nasceu na cidade do Porto, no mês de janeiro do ano 1999, e tem agora 12 anos. Atualmente vive em Águas Santas, na Maia, com os seus pais e a sua irmã de sete anos. Tem olhos castanhos, cabelo curto e liso.

Joga andebol no ISMAI e é fã do F. C. Porto e também do F. C. Barcelona. Um dos seus maiores gostos é divertir-se com videojogos, logo a seguir à escrita, … obviamente.

Entrou para o Colégio das Escravas no quinto ano e nele permanecerá até ao nono ano de escolaridade.

Gincana Rock in Rio

2 de Dezembro, 2011

Terminou hoje a primeira prova da Gincana Rock in Rio e foram entregues no Ecocentro do Castelo do Queijo 91,1 Kg de embalagens. Ao longo dos dias, as embalagens chegaram cada vez mais bem selecionadas, escorridas e espalmadas e todos fomos aprendendo a pensar amarelo, preparando as embalagens para um processo de reciclagem que as pode tornar algo novo, seja uma T-shirt, um telemóvel ou o próprio equipamento da seleção nacional de futebol. Podiam ter sido muito mais embalagens (somos mais de 600 pessoas!) mas este foi um bom exercício de “eco-aquecimento” para as próximas provas. Não se esqueçam que estamos já a jogar para ser a escola que mais aumentou a sua poupança de água e eletricidade. Boa sorte!

Prof.ª Susana Carneiro

Grupos ACI

6 de Novembro, 2011

Os grupos ACI são grupos juvenis cristãos criados e acompanhados pelas Irmãs Escravas do Sagrado Coração de Jesus.

Reúnem semanalmente uma hora e têm um ou dois animadores que orientam as actividades de cada reunião.

Os grupos juvenis têm como principal objectivo transmitir valores cristãos e humanos segundo o carisma das Escravas do Sagrado Coração de Jesus, tais como respeitar e escutar o outro, crescer na fé, crescer em grupo e em autonomia…

Estes objectivos são trabalhados através de actividades como jogos, saídas, dinâmicas de reflexão, orações, …

Os animadores participam e recebem formação em diferentes momentos.

A participação nos grupos aci inicia-se no 5º ano e são “Chispas I”; segue-se o 6º ano – “Chipas II”, 7º ano – “Tochas I”, 8º ano – “Tochas II”, 9º ano – “Labaredas I”, 10º ano – “Labaredas II” e 11º ano – “Labaredas III”. Posteriormente formam-se grupos de referência ou comunidades aci.

Parabéns Maria José!

23 de Outubro, 2011

No dia 21 de Outubro do ano 2011, Maria José Júlia Morais, auxiliar de educação do Externato das Escravas do Sagrado Coração de Jesus do Porto, foi homenageada com o PRÉMIO PADRE NUNO BURGUETE.

Este Prémio, que tem como objetivo distinguir e homenagear os Educadores que se tenham notabilizado, ao longo da sua carreira escolar e profissional, ao serviço da Educação e dos Alunos, é atribuído pela Associação de Estabelecimentos de Ensino Particular e Cooperativo (AEEP).

Maria José, no desempenho das muitas e variadas funções, sempre se destacou pela entrega incondicional e abrangente às diferentes vertentes da missão confiada ao Externato das Escravas do Sagrado Coração de Jesus. A sua forma de estar carateriza-se pela boa disposição, sentido de humor e alegria, criando à sua volta um ambiente descontraído, afável e acolhedor. A responsabilidade e a competência profissional com que realiza o serviço que lhe é confiado, são outras tantas qualidades que se revelam fundamentais, fazendo dela uma pessoa em quem facilmente se pode confiar. A disponibilidade constante, o conhecimento interno de todos os aspectos da organização e funcionamento do colégio, constituem-na uma peça fundamental a ter em conta por qualquer elemento da direcção, serviços administrativos, professores e alunos e até mesmo pelos encarregados de educação. O acolhimento e o interesse por cada pessoa tornam-na imprescindível na aplicação prática do princípio de que cada um tem um lugar especial no colégio.

Como elemento ativo da comunidade educativa, Maria José tem-se revelado …

  • Uma pessoa alegre, cheia de boa disposição, com sentido de humor e atenta a cada aluno e a cada elemento da comunidade educativa, na sua individualidade.
  • Um elemento positivo, ativo e construtivo da comunidade educativa assumindo a missão da Congregação como parte integrante da sua vida e profissão.
  • Uma amiga, que está presente de coração, afetivamente e efetivamente preocupada por cada pessoa, cheia de delicadeza e ternura.
  • Uma profissional entregue incondicionalmente à causa da educação evangelizadora, responsável, competente e eficiente no desempenho das suas muitas e variadas funções.
  • Uma educadora, no amplo e pleno sentido da palavra, tendo sempre uma intervenção educativa, seja pela palavra, pelo gesto, pelo silêncio, pela escuta, no recreio, no refeitório, no corredor, na entrada ou saída do colégio, dentro ou fora de aulas.
  • Uma cristã comprometida com a educação evangelizadora, participando ativamente no anúncio do Evangelho, na transmissão da fé, sendo uma referência de fé para toda a comunidade educativa.
  • Um pilar fundamental do colégio quer a nível do conhecimento interno da sua organização, quer a nível da sabedoria que a experiência e o trabalho destes longos anos lhe ofertaram.

Por isso, neste momento, toda a comunidade educativa se congratula com a atribuição do PRÉMIO PADRE NUNO BURGUETE à Maria José; um prémio bem merecido!

PARABÉNS, Maria José.